É o tema do momento e já todos lemos sobre o ChatGPT… Mas, e onde fica a autenticidade de cada um de nós?
O ChatGPT é uma ferramenta de Inteligência Artificial que dá respostas em texto às questões que tu solicitares. Permite, por exemplo, redigir um texto.

Ora, aquilo que parece ser um incrível avanço na forma como pesquisamos ou escrevemos é, também, uma ferramenta que nos retira autenticidade. E porquê? Porque o ChatGPT não tem em conta a individualidade e características de cada um. Não tem a nossa experiência, a nossa postura ou forma de estar e, naturalmente, não comunica como nós o fazemos.
Por muito que a comunicação do ChatGPT se assemelhe à comunicação humana, nunca será igual à tua comunicação. Ou à minha.
Cada um de nós tem uma forma de comunicar que nos distingue das restantes pessoas, mesmo quando nos referimos a um texto técnico ou formal. A forma como escrevemos tem uma determinada identidade, mesmo que não pareça, assim, tão óbvia.
Escusado será dizer que existem ferramentas que detetam a utilização deste tipo de redação…

Porquê manter a autenticidade?
Porque essa é a chave da diferenciação! Se tanto defendemos a individualidade e a “não-cópia”, por qual razão usar uma ferramenta que nos deixará nesse lugar comum, sem a nossa identidade própria, sem o nosso cunho pessoal?
Por que razão abdicar dessas características? Quando é isso que nos diferencia e aproxima das pessoas? Quando, cada vez mais, falamos de uma comunicação mais humana e direcionada?

Não sendo exatamente a mesma situação, é quase o mesmo se TODOS NÓS usarmos o mesmo modelo de currículo da Europass. O/a recrutador/a vai receber dezenas de currículos praticamente iguais, sem qualquer diferenciação. Daí eu defender tanto os currículos personalizados: permite-nos demonstrar uma imagem mais diferenciada, fora desse lugar comum que é ter um currículo igual a tantos outros (atenção: se, no processo de recrutamento, for solicitado um CV Europass, deves respeitar essa condição, claro)!
Aproveita o meu KIT EMPREGO 360 para desenhares uma candidatura de emprego à tua imagem, respeitando a tua autenticidade!
Aqui está uma reflexão interessante e muito importante. O que seremos? Máquina? Não devemos ficar reféns das máquinas. Não na comunicação pessoal nem quando compromete a nossa originalidade. Para dar o nosso contributo e destacar o que podemos ser e fazer, originalidade sempre!
Tão verdade! Obrigada pelo teu comentário tão relevante! 🙂